Empatia e Influência Social: Por que sua empresa precisa de “Líderes de 18 anos” 3 de junho de 2026 •

Empatia e Influência Social: Por que sua empresa precisa de "Líderes de 18 anos"

Empatia e Influência Social: Por que sua empresa precisa de “Líderes de 18 anos”

Durante muito tempo, o estagiário era alguém que apenas executava tarefas, aprendia processos e seguia determinadas orientações nas empresas.  

Hoje, os jovens chegam às organizações com repertórios, vivências digitais, novas formas de comunicação e uma percepção muito aguçada sobre relações, propósito e ambiente profissional. 

Por isso, os estagiários são agentes de conexão, escuta e influência positiva dentro das equipes.

O que são empatia e influência social no ambiente de trabalho?

Pensando na importância desse profissional em formação, o relatório Future of Jobs Report 2025 destaca habilidades humanas e socioemocionais como parte importante da preparação profissional para os próximos anos.

E isso ganha ainda mais destaque quando pensamos no cenário atual marcado por tecnologia, automação e mudanças rápidas no trabalho.

a empatia é a capacidade de compreender diferentes perspectivas, escutar com atenção e considerar o impacto das próprias atitudes sobre outras pessoas. 

Dentro do ambiente corporativo, ela ajuda a reduzir ruídos, melhorar a colaboração e fortalecer relações mais saudáveis.

Já a influência social não está ligada a cargo, hierarquia ou autoridade formal. Trata-se da capacidade de mobilizar pessoas, aproximar ideias, facilitar conversas e contribuir para que um grupo avance de forma mais alinhada.

Por isso, um jovem estagiário pode exercer liderança mesmo sem ocupar uma posição de gestão. 

Essa é a chamada liderança lateral: aquela que acontece pela postura, pela comunicação, pela colaboração e pela capacidade de criar pontes entre pessoas.

Por que jovens talentos podem oxigenar a cultura da empresa?

A entrada de estagiários e aprendizes em uma organização deve ser vista como algo além de um apoio operacional. 

Quando bem acompanhados, esses jovens ajudam a trazer novas perguntas para processos antigos, propor outras formas de resolver problemas, além de aproximar a empresa das transformações sociais e tecnológicas.

Em muitas equipes, é esse jovem quem percebe com mais naturalidade mudanças de comportamento, linguagem, consumo de informação e formas de interação. 

Isso pode ajudar a empresa a rever práticas internas, melhorar canais de comunicação e tornar o ambiente mais aberto ao aprendizado contínuo.

Assim, para as empresas, esse dado mostra que jovens talentos buscam participar, aprender, contribuir e se sentir parte de algo que faça sentido.

Estagiários também ajudam na comunicação entre gerações

Um dos desafios atuais das empresas é integrar profissionais de diferentes idades, experiências e estilos de trabalho. 

Em uma mesma equipe, podem conviver pessoas que começaram a carreira em ambientes totalmente presenciais, profissionais que passaram pela digitalização dos processos e jovens que já cresceram em um contexto totalmente conectado. 

Nesse cenário, o estagiário pode atuar como uma ponte entre diferentes gerações, sendo referência sobre tecnologia, comportamento, linguagem e cultura digital. 

Essa troca favorece a comunicação entre gerações e contribui para um clima organizacional mais colaborativo.

Quando a empresa cria espaço para essa escuta, o estágio se torna uma oportunidade de aprendizagem coletiva.

Liderança se molda muito antes do cargo de gestão

Muitas empresas ainda associam liderança a tempo de casa, idade ou posição hierárquica. 

Mas a liderança também pode aparecer em pequenas atitudes: quando alguém organiza uma informação para ajudar o time, acolhe um colega com dificuldade, sugere uma melhoria ou aproxima pessoas que não estavam se entendendo.

Essas atitudes podem surgir desde o início da trajetória profissional. Por isso, identificar jovens com potencial de liderança lateral é uma estratégia inteligente  para empresas que desejam formar talentos com mais alinhamento cultural. 

O estagiário de hoje pode ser o analista, coordenador ou gestor de amanhã. Mas, antes disso, ele já pode contribuir para tornar o ambiente mais humano, comunicativo e inovador.

Como a empresa pode desenvolver esse potencial?

Para que estagiários exerçam esse papel de forma positiva, a empresa precisa oferecer orientação, acompanhamento e abertura. Isso inclui:

  1. Criar espaços seguros para perguntas e sugestões;
  2. Envolver o jovem em reuniões e discussões compatíveis com sua função;
  3. Estimular feedbacks frequentes;
  4. Valorizar habilidades comportamentais, não apenas entregas técnicas;
  5. Aproximar lideranças formais dos programas de estágio e aprendizagem;
  6. Reconhecer boas atitudes de colaboração e iniciativa.

O CIEE/PR na formação de jovens líderes

O CIEE/PR é parceiro estratégico para empresas que desejam ir além da contratação de estagiários. 

Contribuímos para a aproximação entre organizações e jovens talentos, oferecendo suporte em programas de estágio e aprendizagem, com foco em desenvolvimento, orientação e segurança nos processos.

Ao identificar perfis alinhados às necessidades da empresa, o CIEE/PR ajuda a revelar jovens com potencial para colaborar, aprender, influenciar positivamente e fortalecer a cultura organizacional.

Empresas que abrem espaço para esses “líderes de 18 anos” estão formando profissionais mais preparados para o futuro, capazes de unir empatia e comunicação em um mercado cada vez mais humano e conectado.

Quer formar jovens talentos com potencial para transformar sua empresa? Conheça os programas de estágio e aprendizagem do CIEE/PR.

 

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